sexta-feira, 13 de maio de 2011

disease.

Hoje acordei, acordei com uma nova esperança, com um novo sentimento, com um bocado de tudo. Queria correr atrás de ti, dizer-te tudo que me vai no coração e na alma. Dizer-te que o cão que pisas-te, jamais será teu de novo, foste louco, mente perversa e psicopata que corre atrás de mim, sem eu entender o porquê.
Tu não precisavas de fazer isto, eu sei cuidar de mim, porque me queres ensinar, ensinar o que já está mais que ensinado, o eu já sei de cor, com todas as letras e expressões. Aquelas palavras que saem da tua boca, já passaram antes por inúmeros filósofos e grandes escritores por este mundo fora, por acaso palavras que até nem desgosto.
Mas eu gosto do estranho do incompleto, do que é incomum para mim, gosto do que me dá realmente prazer, e estranhamente gosto de ti. Gosto de ti desde o primeiro dia. Talvez por seres misterioso, de teres gostos diferentes dos meus.  Qual é a razão para reagires assim? Porque me ajudas tanto sem eu necessitar? Porquê tanta preocupação se eu só trago problemas, sempre fui assim. Tudo de bom que tenho, afasto, sem motivo ou razão, mas afasto.
Doença? Eu não tenho doença nenhuma, os poucos que sabem deste meu problema pensam que sim, mas eu não, bem eu acho que não. Mas será que é? Ter uma doença obsessiva, acho que deitar para fora, o que não está bem em nós, não é doença!  É esquisito, sim é, mas é assim que me sinto bem, e gostava que os que me amam, compreendessem, mas não conseguem… Vou-me bulimic.ar , you know :s

With all my love, Joana

suicide

Como um sentimento, uma fúria, uma angústia, é algo que me escapa por entre os dedos, é algo que me sai do coração, tal como uma seta de um cupido.
Uma brisa, uma onda, um som e um toque suave, percorre no rosto da tal mulher, aquela que foi talvez, por momentos, amada, verdadeiramente amada.
Dizem que foi uma paixoneta, as chamadas “paixões de adolescência”, mas para ela não, a rapariga que cresceu no mar, que ansiava ter barbatanas e percorrer o mar, nadando levemente, como um peixe. Sentia-se em casa, o mar era a sua casa, o lugar onde se sentia bem, onde se resguardava nos tempos de maior tortura.
Ela estava apática, branca como a neve, como seria possível tal crime? Ela acabara de conhecer o seu amor, a sua razão para respirar, mas não se poderia agarrar demais, estava insegura, era o coração a palpitar, palpitava a 200 batidas por minuto, era dominada e sugada por esses sentimentos… De repente, como se nada houvesse no mundo, ela parou, parou por segundos intermináveis, porque era demais para ela, era demasiada informação para uma só cabeça, ele era louco, assim ela o descrevia, mas porquê? Não se sabe… Sabe-se que ela fartou-se, mas fartou-se não por ser alvo de chacota, fartou-se por ele ser TUDO para ela, a vida dela não poderia acabar daquela maneira!
Por vezes sentava-se na sua rocha, e só queria mutilar-se, queria sentir o prazer, o prazer de sentir dor que fosse pior que aquele sofrimento, mas não havia, aquilo era demais, demais, demais só para um ser. E naquele momento tudo desabou, o mundo acabara de cair. Não queria mais, e assim se despediu, suicidando-se na imensidão. Um anjo retirou-lhe a vida.
With love, Joana

quinta-feira, 12 de maio de 2011

alone.

Como um sentimento, uma fúria, uma angústia, é algo que me escapa por entre os dedos, é algo que me sai do coração, tal como uma seta de um cupido.
Uma brisa, uma onda, um som e um toque suave, percorre no rosto da tal mulher, aquela que foi talvez, por momentos, amada, verdadeiramente amada.
Dizem que foi uma paixoneta, as chamadas “paixões de adolescência”, mas para ela não, a rapariga que cresceu no mar, que ansiava ter barbatanas e percorrer o mar, nadando levemente, como um peixe. Sentia-se em casa, o mar era a sua casa, o lugar onde se sentia bem, onde se resguardava nos tempos de maior tortura.
Ela estava apática, branca como a neve, como seria possível tal crime? Ela acabara de conhecer o seu amor, a sua razão para respirar, mas não se poderia agarrar demais, estava insegura, era o coração a palpitar, palpitava a 200 batidas por minuto, era dominada e sugada por esses sentimentos… De repente, como se nada houvesse no mundo, ela parou, parou por segundos intermináveis, porque era demais para ela, era demasiada informação para uma só cabeça, ele era louco, assim ela o descrevia, mas porquê? Não se sabe… Sabe-se que ela fartou-se, mas fartou-se não por ser alvo de chacota, fartou-se por ele ser TUDO para ela, a vida dela não poderia acabar daquela maneira!
Por vezes sentava-se na sua rocha, e só queria mutilar-se, queria sentir o prazer, o prazer de sentir dor que fosse pior que aquele sofrimento, mas não havia, aquilo era demais, demais, demais só para um ser. E naquele momento tudo desabou, o mundo acabara de cair. Não queria mais, e assim se despediu, suicidando-se na imensidão. Um anjo retirou-lhe a vida.